TRANS AFRICAN CONCESSIONS (TRAC) TEM COMO RESPONSABILIDADE GERIR A N4 ROTA COM PORTAGEM A PARTIR DA RAMPA DE SAÍDA SOLOMON MALHANGU NA CIDADE DE TSHWANE (PRETORIA), NA PROVINCIA DE GAUTENG ATÉ AO PORTO DE MAPUTO EM MOÇAMBIQUE.

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Trans Africa Concessions (TRAC) é uma empresa internacional de propriedade privada, e que tem como responsabilidade  gerir a N4 Rota com Portagem a partir do Nó da Solomon Mahlangu Drive em Tshwane (outrora Pretoria),Gauteng, até ao porto de Maputo em Moçambique.

A visão da TRAC é ligar pessoas, lugares e países de forma rápida, conveniente e segura, sendo este o motto para o qual a empresa vive.

A empresa emprega para cima de 500 funcionários, é chefiada por Graham Esterhuysen CEO da mesma, que por sua vez tem o apoio de sete Gerentes Executivos.

  • Engenharia 

    Wimpie Janse van Rensburg

  • Recursos Humanos

    Adri Fourie

  • Centros de Controlo de Carga 

    Thomas Potgieter

  • Finanças 

    Ray Harley

  • Plazas na Africa Do Sul 

    Obed Lebudi

  • Plazas em Moçambique 

    Firmino Inguane

  • Manutenção 

    Dereke Howe-Dreyer

TRAC N4

A TRAC foi constituída e formalizada no decorrer do ano de 1996, passando de imediato a ser um elemento essencial da Iniciativa de Desenvolvimento Espacial do Corredor do Maputo, após assinado o contracto de concessão pelo periodo de trinta (30) anos, decorria por altura o ano de 1997. O contracto assegura  que a TRAC  gere deteminadas secções da N4 Rota com Portagem, conjuntamente com a (SANRAL), South African National Roads Agency Limited e sua contraparte Moçambicana, (ANE) Administração Nacional de Estradas.

 

A TRAC foi inicialmente contractada para desenhar, construir, financiar, operar e manter a N4 entre eMalahleni (outrora Witbank)na Africa do Sul e Maputo em Moçambique. Aontece que a  concessão é então acrescida de sessenta (60) km, a partir do nó Solomon Mahlangu Drive até à divisória fronteiriça virtual Gauteng/Mpumalanga, decorria por essa altura o ano 2005, totalizando  570 km de rota. A gerência e os melhoramentos da estrada só são possíveis através dos fundos gerados nas seis (6) portagens ao longo da linha principal, e das quatro plazas nas rampas de saída que a TRAC opera ao longo da rota.

 

O  contracto de Construção, Operação e Transferência (BOT), expira no dia 5 de Fevereiro de 2028 e representa uma sociedade marco-geodésico com os governos da Africa do Sul e Moçambique, sector privado e comunidades ao longo da rota, com cada um destes partidos comungarem nos riscos e recompensas associados ao projecto:

Afirmação na Missão

TRAC, seus empregados e aprovisionadores de serviços afiliados, empenham-se em

  • Serem responsáveis

  • Reconhecer e estimar

  • Dar valor ao utente da estrada

  • Construir confiança e respeito

  • Construir confiança e respeitosity

  • Celebrar a diversidade

  • Ser consistente

  • Focar em boa administração

  • Trabalhar em união

  • Manter-se na vanguarda da tecnologia

  • Ter comunicação franca e aberta

  • Focar na formação e desenvolvimento

Para que todos os Principios Descritos nas Linhas Acima fiquem assegurados, TRAC,seus empregados  e todos os aprovisionadores de serviços afiliados,refutam:

  • Aceitar medíocridade

  • Receio em se exprimir

  • Faltar contínuamente

  • Arrogância

  • Burocracia

  • Apunhalar pelas costas, politiquices e bisbilhotice

  • Fraude e corrupção

  • Má disciplina

  • Falta de integridade

  • Incompetência

  • Manutenção miserável

  • Falta de visão condutora

  • Falta de cuidados e humanidade
  • Indecisões e falta de acção

GOSTARIA DE ENTRAR EM CONTACTO COM A TRAC?